SEI QUE DESPERTEI e que ainda durmo. O meu corpo antigo,
moído de eu viver, diz-me que é muito cedo ainda. . . Sinto-me
febril de longe. Peso-me não sei por quê. ..

(trecho de Na Floresta do Alheamento do O Eu Profundo e os Outros Eus, de Fernando Pessoa)

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